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  20:04

O Tribunal do Júri realizado nesta quarta-feira, em Campo Maior, condenou Delmiro dos Santos a 7 anos e 8 meses de prisão, em regime fechado, pelo homicídio de Antonio Denis Cley de Oliveira. O crime ocorreu em maio de 2020, na zona rural de Sigefredo Pacheco.

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De acordo com os autos, o assassinato aconteceu por volta das 3h da manhã, no povoado Araçás, dentro da residência da vítima, localizada a cerca de 3 quilômetros da casa do acusado. Denis foi atingido por cinco perfurações.

Durante o julgamento, Delmiro confessou a autoria do crime, mas alegou ter agido em legítima defesa. A defesa sustentou que havia um histórico de desentendimentos entre os dois, intensificado por um episódio envolvendo uma cadela chamada “Loba”. Segundo a versão apresentada, a vítima teria ferido o animal, o que teria agravado o conflito.

O Ministério Público, representado pelo promotor Marcondes Pereira, contestou a tese defensiva. Para a acusação, os elementos periciais indicam que a vítima não teve chance de reagir. Laudos não identificaram sinais de defesa, o que reforça a hipótese de que Denis poderia estar dormindo ou sob efeito de álcool no momento do ataque.

O crime foi enquadrado como homicídio simples. Outro ponto destacado no julgamento foi o fato de o réu ter permanecido em liberdade desde a época do ocorrido.

Após os debates em plenário, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Delmiro, fixando a pena em 7 anos e 8 meses de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

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